PRÁTICAS ESG E SUA NECESSIDADE DE UM DESENHO INSTITUCIONAL

Por que algumas empresas relutam em se tornar sustentáveis enquanto outras não?


Por Giovanni De Paola* e Sophie Magri Levy**


O conteúdo desse blog é gerenciado pelo Insper Metricis, o núcleo do Insper especializado em realizar estudos sobre estratégias organizacionais e práticas de gestão envolvendo projetos com potencial de gerar alto impacto socioambiental.


A recente criação do Índice S&P/B3 Brasil ESG, assim como suas contínuas alterações nos critérios de elegibilidade, traz à tona a ampla discussão sobre práticas ESG. Ainda que essas práticas não se limitem unicamente a questões ambientais, com o avanço do aquecimento global, a atitude das firmas com relação ao meio ambiente se torna uma dimensão crucial. Sendo assim, por que algumas empresas relutam em se tornar sustentáveis enquanto outras não?


Para tentar responder a essa pergunta, vale o exercício de buscar entender quem está em campo no jogo ambiental quando se discute ESG. A sociedade naturalmente é protagonista por sofrer com as externalidades negativas criadas pelas firmas: emissão de CO2, poluição, entre outros fatores. As empresas, por serem direta e indiretamente responsáveis pelas mazelas ambientais. Não menos importantes, os investidores, por financiarem as operações das firmas. Por fim, não podemos nos esquecer de quem arbitra o jogo, impondo o desenho institucional da partida: o governo.



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